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Documentário: Mulheres Invisíveis

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Documentário produzido pela Sempreviva Organização Feminista

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Documentário: Silêncio das Inocentes

Documentário transmitido pela TV Escola no dia 08 de Março de 2011

Vídeo produzido pela Voglia Produções e retirado do Portal TV Escola do Ministério da Educação

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Mulher está desaparecida há mais de 40 horas depois de ser esfaqueada e sequestrada pelo ex

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Após a ação do indivíduo “João Peruca” esfaquear sua ex-mulher, Maria Iracilda Rodrigues de Sousa, e levá-la para dentro de um matagal nas imediações da Lagoa do Bebedouro. A polícia fez uma varredura no local em busca do reincidente homicida e de resgatar a vítima.
Numa entrevista exclusiva, no início da tarde deste domingo de carnaval (06) com a mãe da vítima Sra. Maria de Lourdes, fez um apelo à polícia e as autoridades para que encontrem sua filha. Até o presente instante, já são 40 horas de sumiço da jovem.

João Peruca já matou três pessoas, o último caso ocorreu em 15 de março de 2010 quando ele atacou mais uma pessoa com golpes de faca no peito. Naquela oportunidade a vítima foi Giovanni Pereira dos Santos, no Bairro Santa Luzia, que não resistiu e veio a óbito no Hospital do Dirceu, em Parnaíba.

Naquele dia a Polícia Militar prendeu João Peruca no meio de um capinal onde deu voz de prisão, e este disse não se lembrar de nada, pois estava embriagado.
Aquele já era o terceiro crime desta natureza que é cometido por este sujeito. Esperamos que a justiça desta vez não venha a soltá-lo alegando residência fixa, pois está mais do que provado o mau elemento é um psicopata e um “serial killer”, influencia de muitos filmes de violência.
Veja entrevista com dona Maria de Loudes, mãe da vítima, Maria Iracilda Rodrigues de Sousa, que é ex-mulher de João Peruca:
Notícia e vídeo retirados do Portal Jornal da Parnaíba

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Homem coloca fogo na ex-noiva, no Paraná

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Um rapaz ateou fogo em uma jovem com quem namorou, em Londrina (PR). A vítima teve o rosto, o colo e os braços atingidos pelas chamas e está internada em um hospital da cidade, que fica no interior do Estado.

Segundo familiares, a menina terminou o relacionamento com o criminoso há cinco meses. Desde então, ela e a família sofriam ameaças de morte.

O escrivão da delegacia na qual foi feito a ocorrência informou que a vítima, Maria Graciela, já tinha feito um boletim de ocorrência contra o ex-namorado.

Notícia e vídeo retirados do Portal R7

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Campanha: El Machismo Es Violencia (museo futuro)

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Campanha: El Machismo Es Violencia

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Campanha: El Machismo es Violencia

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Campanha: Chega de esconder. Denuncie a violência contra a mulher.

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A Lei Maria da Penha em cordel

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Dica da Maria do Carmo.

 

I
A Lei Maria da Penha

Está em pleno vigor
Não veio pr’a prender homem
Mas pr’a punir agressor
Pois em “mulher não se bate
Nem mesmo com uma flor”.
II
A violência doméstica
Tem sido grande vilã
Por ser contra a violência
Desta lei me tornei fã.
Pr’a que a mulher de hoje
Não seja uma vítima amanhã.
III
Toda mulher tem direito
A viver sem violência
É verdade, está na lei.
Que tem muita eficiência
Pr’a punir o agressor
E à vítima, dar assistência.
IV
Está no artigo primeiro
Que a lei visa coibir
A violência doméstica
Como também, prevenir;
Com medidas protetivas
E ao agressor, punir.
V
Já o artigo segundo
Desta lei especial
Independente de classe
Nível educacional
De raça, e etnia;
E opção sexual…
VI
De cultura e de idade
De renda e religião
Todas gozam dos direitos
Sim, todas! Sem exceção.
Que estão assegurados
Pela Constituição.
VII
E que direitos são esses?
Eis aqui a relação:
À vida, à segurança.
Também à alimentação
À cultura e à justiça
À Saúde e à educação.
VIII
Além da cidadania
Também à dignidade
E o direito à moradia
O direito à liberdade.
Só tem direitos nos “As”,
E nos “Os”, não tem novidade?
IX
Tem! Tem direito ao esporte
Ao trabalho e ao lazer
E o acesso à política
Pr’o Brasil desenvolver
E tantos outros direitos
Que não dá tempo dizer.
X
A Lei Maria da Penha
Cobre todos esses planos?
Ah, já estão assegurados
Pelos Direitos Humanos
A lei é mais um recurso
Pr’a corrigir outros danos.
XI
Por exemplo: a mulher
Antes da lei existir,
Apanhava, e a justiça
Não tinha como punir
Ele voltava pra casa
E tornava a agredir.
XII
Com a lei é diferente
É crime inaceitável.
Se bater, vai pr’a cadeia!
Agressão é intolerável.
O Estado protege a vítima
Depois pune o responsável.
XIII
Segundo o artigo sétimo
Os tipos de Violência
Doméstica e Familiar
Tem na sua abrangência
As cinco categorias
Que descrevo na seqüência.
XIV
A primeira é a Física
Entendendo como tal
Qualquer conduta ofensiva
De modo irracional
Que fira a integridade
E a saúde corporal…
XV
Tapas, socos, empurrões;
Beliscões e pontapés
Arranhões, puxões de orelha
Seja um ou sejam dez
Tudo é violência física
E causam dores cruéis.
XVI
Vamos ao segundo tipo
Que é a Psicológica
Esta merece atenção
Mais didática e pedagógica
Com a auto-estima baixa
Toda a vida perde a lógica.
XVII
Chantagem, humilhação;
Insultos; constrangimento;
São danos que interferem
No seu desenvolvimento
Baixando a auto-estima
E aumentando o sofrimento
XVIII
Violência Sexual
Dá-se pela coação
Ou uso da força física
Causando intimidação
E obrigando a mulher
Ao ato da relação…
XIX
Qualquer ação que impeça
Esta mulher de usar
Método contraceptivo
Ou para engravidar
Seu direito está na lei
Basta só reivindicar.
XXA
A 4ª categoria
É a Patrimonial:
Retenção, subtração,
Destruição parcial
Ou total de seus pertences
Culmina em ação penal.
XXI
Instrumentos de trabalho
Documentos pessoais
Ou recursos econômicos
Além de outras coisas mais
Tudo isso configura
Em danos materiais.
XXII
A 5ª categoria
É Violência Moral
São os crimes contra a honra
Está no Código Penal
Injúria, difamação;
Calúnia, etc e tal.
XIII
Segundo o artigo quinto
Esses tipos de violência
Dão-se em diversos âmbitos
Porém é na residência
Que a violência doméstica
Tem sua maior incidência.
XXIV
Quem pode ser enquadrado
Como agente/agressor?
Marido ou companheiro
Namorado ou ex-amor
No caso de uma domestica
Pode ser o empregador.
XXV
Se por acaso o irmão
Agredir a sua irmã
O filho, agredir a mãe;
Seja nova ou anciã
É violência doméstica
São membros do mesmo clã.
XXVI
E se acaso for o homem
Que da mulher apanhar?
É violência doméstica?
Você pode me explicar?
Tudo pode acontecer
No âmbito familiar.
XXVII
Nesse caso é diferente
A lei é bastante clara.
Por ser uma questão de gênero
Somente a mulher ampara
Se a mulher for valente
O homem que livre a cara.
XXVIII
E procure seus direitos
Da forma que lhe convenha
Se o sujeito aprontou
E a mulher desceu-lhe a lenha
Recorra ao Código Penal
Não à Lei Maria da Penha.
XXIX
Agora, num caso lésbico;
Se no qual a companheira
Oferecer qualquer risco
À vida de sua parceira
A agressora é punida;
Pois a lei não dá bobeira.
XXX
Para que os seus direitos
Estejam assegurados
A Lei Maria da Penha
Também cria os Juizados
De Violência Doméstica
Para todos os Estados.
XXXI
Aí, cabe aos governantes.
De cada federação
Destinarem os recursos
Para implementação
Da Lei Maria da Penha
Em prol da população.
XXXII
Espero ter sido útil
Neste cordel que criei
Para informar o povo
Sobre a importância da Lei
Quem agride uma Rainha
Não merece ser um Rei.
XXXIII
Dizia o velho ditado
Que “ninguém mete a colher”.
Em briga de namorados
Ou de “marido e mulher”
Não metia…
Agora, mete!
Pois isso agora reflete
No mundo que a gente quer.
autor: Tião Simpatia

 

 

 

 

 

 

 

 

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Violência contra a mulher não tem desculpa, tem lei

Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180

A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço ofertado pela SPM com o objetivo de receber denúncias ou relatos de violência, reclamações sobre os serviços da rede e de orientar as mulheres sobre seus direitos e sobre a legislação vigente, encaminhando-as para os serviços quando necessário. Além da importância de um serviço nacional e gratuito, que pode constituir uma importante porta de entrada na rede de atendimento para as mulheres em situação de violência, a Central tem se revelado bastante útil para o levantamento de informações que subsidiam o desenho da política de enfrentamento da violência e para o monitoramento dos serviços que integram a rede em todo o país. Atualmente, a Secretaria conta com informações atualizadas mensalmente sobre a oferta de serviços especializados em todas as unidades da federação, sobre o perfil das mulheres que procuram os serviços, sobre os principais problemas identificados nos serviços integrantes da Rede de Atendimento, sobre o número de relatos de violência recebidos por UFs e o tipo de violência reportada, entre outros.

 

 

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