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Assassino de Janinha é indiciado por estupro e morte, em Minas

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 A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu na terça-feira o inquérito sobre a morte da secretária Janinha Pereira de Freitas, 37 anos, que foi encontrada enrolada num lençol sufocada com um fio, em Montes Claros, a 342 km de Belo Horizonte, em 14 de fevereiro. A delegada Karla Silveira Marques indiciou Danilo Ederson Fernandes, 29 anos, pelos crimes de homicídio qualificado, estupro e furto, e pediu a prisão preventiva do acusado, que se encontra detido no presídio da cidade.

Danilo vivia em São Paulo e era foragido da Justiça, acusado de roubo, furto e estelionato em diversos Estados. Janinha o conheceu através da internet e eles marcaram um encontro. Após a divulgação da imagem de Danilo, outras mulheres procuraram a polícia, relatando o terem conhecido pela internet, iniciado um relacionamento e então sofrido golpes. Janinha foi a primeira vítima fatal.

“Com as outras vítimas, ele chegava a manter uma relação. No caso da Janinha, ele foi rejeitado e esse pode ser o motivo de ele tê-la matado”, disse a delegada à época do crime. “Ele consegue persuadir as vítimas a manter um relacionamento com ele. Ele conseguia fazer com que essas mulheres, jovens senhoras que procuram um relacionamento na internet, se apaixonassem.”

Janinha teria sido morta apenas três dias depois de conhecer o novo namorado. Ele havia pedido que ela lhe reservasse um hotel na cidade, o que não feito. Danilo chegou a Montes Claros e se hospedou na casa da vítima. Segundo testemunhas, teriam sido ouvidos gritos na noite do dia 13 de fevereiro. Ele fugiu na madrugada, depois de apagar todas as mensagens trocadas com Janinha que estavam no computador da vítima. Danillo também teria levado um notebook, uma câmera fotográfica, celular e mais de R$ 1 mil.

Ele foi preso em 23 de fevereiro numa lan house em São Paulo e confessou o homicídio. Ele afirmou que pretendia apenas roubar objetos de Janinha, mas acabou “perdendo a cabeça” durante um desentendimento após manterem relação sexual, e matou-a por estrangulamento. Entretanto, para a polícia, o ato sexual não foi consentido. Uma amiga da secretária contou que ela teria se decepcionado ao conhecer o rapaz e não daria continuidade ao romance. O caso foi apurado pelo 11º DP, que remeteu o inquérito à Justiça de Minas Gerais.

Notícia retirada do Portal Terra

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