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Família de mulher grávida assassinada pelo marido processa Estado de Portugal

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Magda Dionísio, grávida de 8 meses, foi morta pelo ex-namorado. Em 14 meses, ela e a família apresentaram 47 queixas por agressão e ameaças.

“O Nuno matou-a, mas ele não é único culpado. A ele não guardo mágoa. Mas à Justiça sim. A Justiça não quis salvar a minha filha”, desabafa Eulália, a mãe de Magda Aparício, 22 anos, assassinada pelo ex-namorado, quando estava grávida de oito meses. Morreu ela e o bebé.

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Suspeito de matar namorada fica 5 dias preso e é libertado, em Curitiba

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Cinco dias depois de ter sido preso temporariamente, um homem de 39 anos, de nacionalidade espanhola, foi posto em liberdade na terça-feira (19). Ele é suspeito de ter matado a própria namorada, uma mulher de 31, dentro de um apartamento localizado no bairro Batel, em Curitiba.

Segundo a delegada Aline Manzatto, a Justiça aceitou um pedido de relaxamento de prisão solicitado pelos advogados do acusado. O espanhol entregou seu passaporte à Delegacia de Homicídio (DH), como forma de garantir que não pretende deixar o país. Aline apontou que a polícia aguarda a chegada de laudos complementares do Instituto Médico-Legal (IML) para concluir o inquérito.

A delegada também informou que o advogado do suspeito disse que o espanhol pretende prestar esclarecimentos à polícia. Quando foi preso, ele havia se reservado ao direito de só se manifestar em juízo.

O caso

A mulher foi encontrada morta na manhã de domingo (10). Inicialmente, havia a suspeita de que se tratava de morte natural, mas um laudo preliminar do IML apontou que a vítima morreu por asfixia mecânica causada por estrangulamento.

Na noite anterior, no sábado (9), a mãe da vítima havia recebido uma ligação do suspeito, informando que a namorada estaria “passando mal”. No domingo, ela foi ao apartamento e constatou que a filha estava morta.

Notícia retirada do Portal Gazeta do Povo

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Assassino confesso de esposa está impune há uma década, em Caxias do Sul

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O assassinato da auxiliar-geral Antonina de Jesus Pinheiro, a Nina, 29 anos, em Caxias completa uma década neste sábado. Passada uma década, porém, o crime está sem desfecho, apesar da confissão do assassino.

Antonina foi executada com quatro tiros pelo ex-companheiro, na noite de 30 de abril de 2001, na casa onde conviveram por 11 anos. Mas somente em março deste ano é que Luis Carlos Silveira de Jesus, que também confessou o homicídio à Justiça, recebeu a sentença de pronúncia (procedimento que leva o acusado a júri popular).

Entretanto, o caso deve ficar sem solução por pelo menos mais dois anos, tempo previsto para o júri ocorrer.

Notícia retirada do Portal Clicrbs

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Justiça britânica condena à prisão perpétua homem que matou ex-esposa e filho

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Michael Kelly, 46, terá de passar pelo menos 30 anos preso pelo crime, cometido no dia 13 de dezembro do ano passado na casa onde eles haviam vivido em Banbury, perto de Oxford.

A polícia disse que o ataque foi motivado porque o homem não conseguiu lidar com a separação, um mês antes.

Segundo a polícia da região de Thames Valley, Michael e sua ex-mulher, Sally Cox, 43, haviam passado a morar juntos em fevereiro do ano passado.

Em novembro, eles se separaram e, nas palavras do detetive Peter Vigurs, que liderou a investigação, Michel Kelly “não conseguiu lidar com a separação”.

“Esses assassinatos brutais foram cometidos por Kelly com um machado, enquanto ele usava uma terrível máscara de terror”, disse o inspetor.

No episódio morreram Sally Cox e seu filho, Martin Faulkner, 22.

A filha de Sally, Amy, que tinha 19 anos à época, só sobreviveu porque o irmão se colocou entre ela e o assassino.

A jovem pulou da janela de um quarto no primeiro andar da casa, escapando com ferimentos.

Uma outra garota, que não pode ser identificada por razões legais, conseguiu escapar da casa com vida.

A polícia crê que, de outra forma, Michael as teria matado também.

Justiça

Kelly fugiu da cena do crime e foi preso poucas horas após a polícia encontrar os corpos.

Uma imagem obtida através de câmera de circuito interno mostra o momento em que ele compra, em uma loja, o machado usado no crime.

Durante o processo, ele admitiu as duas acusações de assassinato e outras duas de agressão física com intenção de causar dano.

Após a sentença, a família das vítimas emitiu um comunicado elogiando a decisão da Justiça, mas ressaltando que a punição não compensa a “perda significativa e triste” causada por Michael.

“Hoje, Justiça foi feita para Sally e Martin, embora nenhuma sentença seja longa o suficiente para compensar a dor e o sofrimento a que ele submeteu a família, sem falar no sofrimento que Sally e Martin tiveram de suportar”, disse o comunicado.

Oferecendo seu apoio à família, o detetive Vigurs disse esperar que a condenação “possa, ajudá-los um pouquinho a começar uma próxima etapa em sua vida”.

Notícia retirada do Portal BBC Brasil

 

 

 

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STF nega último recurso de defesa de Pimenta Neves

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O STF (Supremo Tribunal Federal) negou o último recurso de defesa do jornalista Pimenta Neves contra a decisão da Tribunal de Justiça de São Paulo e do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que contestava a pena de 15 anos pelo assassinato da jornalista Sandra Gomide, em agosto de 2000.

A decisão do ministro Celso de Melo foi divulgada nesta terça-feira. O ministro negou o pedido de defesa porque os advogados não teriam baseado seus pedidos em argumentos jurídicos válidos ao questionar a decisão dada pelo STJ.

Pimenta Neves matou Sandra Gomide, colega de trabalho e ex-namorada, após desentendimentos conjugais.  Ele foi condenado a 19 anos e meio de prisão, conseguiu reduzir a pena para 15 anos, mas segue em liberdade.

Notícia retirada do Portal eBand

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Acusado de agredir esposa tem habeas corpus negado pela justiça da Paraíba

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Com base na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sua unanimidade, na sessão de julgamento desta terça-feira (29), negou pedido de liberdade a José Santos da Silva, acusado de agredir sua companheira por mais de sete anos. O relator do processo (Habeas Corpus nº 999.2011.000560-3/001) foi o desembargador João Benedito da Silva.

Segundo as informações contidas nos autos, José Santos da Silva foi preso no dia 4 de março, no município do Conde-PB, incurso no artigo 147 do Código Penal Brasileiro (CPB) c/c (combinado com) a Lei Maria da Penha. O processo ainda informa que no dia anterior a sua prisão, ele teria agredido violentamente sua esposa com pedaço de pau, ao ponto dela desmaiar. No dia seguinte, passou a ameaçá-la no local de trabalho.

Diante dos fatos, o Juízo de primeiro grau negou pedido de liberdade provisória a José Santos, sob o argumento da manutenção da ordem pública, “tendo em vista a reiteração de agressões e maus-tratos à vitima por mais de sete anos”.

O agressor recorreu à Câmara Criminal. Sem entrar no mérito da questão, o desembargador-relator levou em consideração as informações do Juízo de primeiro grau e o parecer do Ministério Público, que também foi pela denegação da ordem do referido HC. O processo tramita na comarca de Alhandra.

Notícia retirada do Portal ClickPB

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Homem é condenado a 15 anos de prisão duas décadas depois de matar a noiva grávida, no Mato Grosso

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Mais de 22 anos após matar a namorada grávida de 8 meses, Allan Kardec Rodrigues Sanches, hoje com 48 anos, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado. O júri popular ocorreu em Tangará da Serra (239 km ao médio-norte de Cuiabá).

De acordo com informações do Ministério Público, o réu também foi condenado a mais 3 anos de prisão por aborto, mas a Justiça reconheceu imediatamente a prescrição para esta pena.

Como o réu ficou muitos anos foragido, o processo corria em segredo de Justiça. A vítima era noiva de Allan. Renata Lorena Belfiori tinha 19 anos e, de acordo com a denúncia do MP, foi morta porque queria se separar do acusado.

Notícia retirada do Portal Gazeta Digital

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