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Homem que matou namorada é condenado a 13 anos de prisão, em Fortaleza

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A justiça condenou, nesta segunda-feira, Zosmo Gomes da Silva Machado a 13 anos de prisão, em regime fechado. Ele responde pelo assassinato da namorada, Vânia Maria Souza, ocorrido em 17 de janeiro de 2010, em Fortaleza. A informação é do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE).

No julgamento, presidido pelo juiz Henrique Jorge Holanda Silveira, os jurados, por maioria de votos, aceitaram a tese da acusação, que ficou a cargo da promotora de Justiça Alice Iracema Melo Aragão.

De acordo com o Ministério Público, o crime foi cometido de forma cruel. A vítima foi morta a golpes de halteres e de faca de churrasco e não teve chances de se defender. No local não havia sinais de luta.

Já a defesa alegou que a filha da vítima afirmou, em depoimento, que nunca viu a mãe e o réu brigando, descartando a suspeita de que o assassinato havia sido cometido por ciúmes.

Não concordando com a pena, a parte ingressará com apelação. O réu se encontra solto e permanecerá em liberdade até o resultado do recurso.

Notícia retirada do Portal O Povo Online

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Homem que matou ex-esposa é condenado a 79 anos de prisão, em Pernambuco

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Vinte e um anos depois, o comerciante José Ramos Lopes Neto, 47 anos, foi condenado na madrugada desta quarta-feira, 2, a 79 anos de prisão, em regime fechado, por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe – da sua ex-mulher, Maristela Just – e por tentativa de homicídio qualificado contra seus dois filhos, Nathalia e Zaldo – então com quatro e dois anos – e seu ex-cunhado Ulisses Just.

A sentença foi proferida às 2h58, pela juíza do fórum de Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana do Recife, Inês Maria de Albuquerque. Os sete jurados – três homens e quatro mulheres – do tribunal do júri condenaram o réu, por maioria. Julgado à revelia, ele está foragido.

Proferida 15 horas depois do início do julgamento, a sentença foi comemorada pela família Just,entre lágrimas e abraços. José Ramos foi condenado a 26 anos de prisão pelo assassinato, e pelas tentativas de homicídio, 53 anos.

Diante da possibilidade de fuga, o comerciante teve sua prisão preventiva decretada pela juíza no dia 19 de maio. Ele e seu advogado não haviam comparecido ao julgamento marcado inicialmente para 13 de maio, o que levou ao adiamento. O anúncio da prisão foi feito pela juíza no início do julgamento. Segundo ela, oficiais de justiça tentaram intimá-lo em três buscas, sem sucesso.

O Ministério Público pediu a pena máxima, 90 anos de prisão para o réu. Os dois defensores públicos que fizeram a defesa de José Ramos com base na tese do homicídio privilegiado – sob domínio de forte emoção e por injusta provocação da vítima – na busca de atenuar a pena. Foi destacado o desequilíbrio do réu, que não se conformava com a separação – ocorrida dois anos antes do crime – e o fato dele ter confessado ter matado a ex-mulher.

A defesa buscou ainda convencer os jurados de que José Ramos não teve intenção de atirar nos filhos e no ex-cunhado Ulisses Just. Ulisses morreu há dez anos por motivos não relacionados ao caso.

Nathalia Just, atualmente com 25 anos, a mesma idade que tinha a mãe quando assassinada, e única testemunha ocular da tragédia, encarregou-se de desfazer esta tese. “Eu queria que ele estivesse presente para olhar na cara dele e ver se ele teria coragem de negar que atirou com um revólver na minha direção, do meu irmão e do meu tio e matou a minha mãe”, disse em seu depoimento, emocionada, no qual chorou por várias vezes ao relembrar o crime e as sequelas físicas e emocionais.

Ela assegurou que o pai, a quem se referiu como José, precisou fazer um giro com o braço para atingir todas as quatro pessoas que se encontravam no quarto da casa dos pais de Maristela, com quem ela e os filhos passaram a morar depois da separação.

“Foram seis balas que atingiram os quatro”, destacou, ao relembrar as cenas chocantes que ficaram marcadas na sua memória. Maristela foi morta com três tiros na cabeça. Nathalia foi atingida por um tiro transfixante no ombro direito e o irmão, que estava brincando, no chão, levou um tiro na cabeça que deixou paralisado o seu lado esquerdo. Ulisses também foi atingido ao tentar socorrer a irmã.

O julgamento foi acompanhado por representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e por militantes do Fórum de Mulheres de Pernambuco.Todos destacavam o caso como “emblemático” diante da demora da justiça. O crime ocorreu em 4 de abril de 1989. José Ramos foi preso em flagrante e passou um ano preso. Foi solto mediante habeas corpus impetrado pelo seu pai, o advogado criminalista Gil Teobaldo, e desde então respondia ao processo em liberdade, utilizando todos os recursos legais para prorrogar o seu julgamento.

Notícia retirada do Portal Estadão

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Homem que assassinou esposa é condenado a 17 anos de prisão, em Minas

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Marcello Oliveira Lopes, acusado de ter matado com 18 facadas a ex-esposa, Pollyanna Carolina, de 23 anos, foi condenado a 17 anos de prisão em regime inicialmente fechado, em julgamento realizado nesta terça-feira, na Câmara de Municipal de Itabira, na região Central de Minas. A condenação foi por homicídio triplamente qualificado.

O crime ocorreu em fevereiro de 2010, quando, segundo a acusação, a vítima saía para o serviço e foi forçada a entrar no carro do ex, que estava parado próximo à sua residência. Minutos depois, a Polícia Militar recebeu uma denúncia e encontrou o veículo na porta da casa dos pais do acusado, no bairro Santa Tereza.

Segundo inquérito da polícia, o banco do passageiro do veículo e os tapetes estavam repletos de sangue. Na data, Marcelo teria dado cinco facadas no rosto da ex-mulher, três no pescoço, três no peito, quatro nas costas, uma na nuca, uma no quadril e uma no antebraço. Após o crime, o acusado teria jogado o corpo da ex em um matagal na rua Humberto Campos, no bairro Ribeira de Cima.

Conforme o primeiro depoimento de Marcello Oliveira Lopes, que foi lido pelo juiz durante o julgamento, o acusado alega que emprestou um dinheiro para a ex-mulher e que, ao cobrar dela, ela disse que teria gasto o dinheiro no motel com outro homem e que isso o motivou a esfaqueá-la.

Segundo os familiares do réu e da vítima, que acompanharam o julgamento nesta terça, o convívio do casal era bom. Mas, após a separação, Marcello começou a ameaçar a ex-esposa com certa frequência.

Mesmo com toda a segurança do local, por conta de agentes penitenciários e policiais militares, e com a advertência do Juiz, a respeito de manifestações no plenário, o clima ficou tenso no momento em que os advogados faziam a defesa do réu.

A mãe de Pollyanna se emocionou no momento em que o promotor mostrou as fotos do cadáver da filha aos jurados, e falou sobre o filho da vítima, de cinco anos.

Marcello agora seguirá para o Presídio de Itabira, onde permanecerá recolhido. De acordo com informações, ele irá trabalhar no presídio para regressão de pena. A sentença foi proferida às 18h50, quase sete horas depois do início do julgamento, pelo Juiz de Direito da comarca de Itabira, Ronaldo Vasques. A acusação foi feita pelo promotor de Justiça, Francisco de Assis Santiago, de Belo Horizonte.

Notícia retirada do Portal O Tempo Online

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Homem é condenado a 8 anos de prisão por violência doméstica, no Mato Grosso do Sul

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Um pintor automotivo de 22 anos foi condenado a 8 anos de prisão nessa quarta-feira (6) pelo Tribunal do Júri, em Amambai por violência doméstica. O crime foi cometido em dezembro de 2009 na Vila Nova em Coronel Sapucaia, município que faz parte da Comarca de Amambai.

Segundo a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), inconformado com a negativa da ex-amásia em reatar o relacionamento, Luiz Pereira Gomes, teria arrombado uma das janelas da casa da vítima, invadido a residência e espancado violentamente a ex-companheira, na época com 38 anos.

Ainda segundo a denúncia, Luiz teria batido a cabeça da vítima contra uma pia na cozinha e desferido vários chutes e socos contra o rosto e o corpo da mulher, que sofreu graves hematomas.

O acusado foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após cometer o crime, foi autuado e enquadrado na Lei 11.340 de 2006, a “Lei Maria da Penha”, que trata de casos de violência doméstica no País, posteriormente transferido para o EPAM (Estabelecimento Penal de Amambai), sede da Comarca, onde permaneceu preso até a manhã dessa quarta-feira quando foi a júri popular pelo crime de tentativa de homicídio qualificada.

No julgamento os jurados acataram a tese da acusação, ostentada pelo Promotor de Justiça, Dr. Ricardo Rotunno, titular da 2ª Promotoria da Comarca de Amambai e condenaram o réu a 8 anos de reclusão, sentença homologada pelo Juiz de Direito, Dr. César de Souza Lima, titular da 1ª Vara da Comarca, que presidiu a sessão do Tribunal do Júri.

Como já estava aguardando o julgamento na prisão, Luiz Pereira foi levado de volta para o Estabelecimento Penal de Amambai e terá que aguardar o resultado de um possível recurso preso.

Casos envolvendo violência contra a mulher têm sido tratados com rigor por parte da polícia, do MPE e da Justiça na Comarca de Amambai.

Notícia retirada do Portal MidiaMax

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Homem que espancou prostituta até a morte vai cumprir 5 anos em regime fechado, em Campo Grande

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Condenado a 13 anos e 6 meses de prisão pela morte da garota de programa Claudinéia Rodrigues Mendes, Fernando Verone deverá cumprir pouco mais de cinco anos da pena em regime fechado.

A estimativa é do juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, que presidiu o julgamento hoje.

O rapaz é réu primário e, por este motivo, vai para o regime semiaberto depois de cumprir 2/5 da pena.

Fernando teve participação ativa no crime e, por este motivo, foi condenado por homicídio doloso e ocultação de cadáver.

O amigo dele, Hugo Pereira da Silva, foi absolvido da acusação. O juiz entendeu que ele teve menor participação no assassinato.

Na noite do crime, Hugo dirigia o carro ocupado pelos três amigos, que abordaram Claudinéia e uma amiga, antes do crime.

Elas entraram no veículo e, quando os rapazes disseram não ter dinheiro para o programa, a amiga desconfiou e se jogou do carro em movimento.

Claudinéia foi levada para os fundos do Bairro Nova Campo Grande, onde foi assassinada. Ela foi espancada e apedrejada até a morte.

Já o terceiro acusado, Leonardo Leite Cardoso conseguiu adiar o julgamento dele para o dia 27 de abril. Minutos antes do julgamento de hoje ele conseguiu o direito de ser julgado separadamente.

Notícia retirada do Portal Campo Grande News

 

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Três acusados de matar ex-esposas vão a júri popular, em Mato Grosso

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá julgará, em abril, 16 crimes contra a vida. Destes, três foram cometidos contra mulheres por seus maridos ou ex-companheiros. Dia 19, ocorrerá o julgamento de Manoel Diogo de Oliveira, que matou a companheira Zilma Francisca da Silva. Dia 25, enfrentará júri popular Antônio Carlos Hecke, acusado de matar a ex-esposa Crislaine da Silva Hecke, e, dia 27, Vilmar Batista de Jesus, acusado de matar a convivente Marta Leite de Souza. As sessões, que terão início às 13h30, serão presididas pela juíza titular da Primeira Vara Criminal, Mônica Perri Siqueira.

Conforme denúncia do Ministério Público Estadual, na noite de 14 de novembro de 2004, o réu Manoel Diogo de Oliveira estava em um bar com a companheira, Zilma Francisca da Silva, quando ambos iniciaram uma discussão. Embriagado, Manoel Oliveira partiu para cima da vítima, agredindo-a com socos e pontapés, golpes que atingiram principalmente a cabeça e causaram a morte da vítima. A Polícia Militar foi acionada e encontrou a vítima deitada no chão, ensangüentada e com vários ferimentos pelo corpo. O acusado foi localizado e preso na mesma noite, a dez metros do local do crime, embriagado e com as roupas sujas de sangue.

Também segundo denúncia do Ministério Público, Antônio Carlos Hecke matou a ex-companheira, Crislaine da Silva Hecke, de quem estava separado há poucos meses, por não aceitar a separação e uma suposta nova relação dela com outro homem. O crime ocorreu no dia 14 de fevereiro de 2010, na residência da vítima. Antônio Hecke aproveitou que os pais de Crislaine haviam saído de casa e entrou. Ali, ambos teriam discutido e Antônio Hecke atingiu a cabeça da vítima várias vezes com uma cadeira, provocando-lhe os ferimentos fatais. Antônio Hecke pegou o filho do casal, voltou para a casa dele e foi preso horas depois pela Polícia Militar, enquanto dormia.

O assassinato de Marta Leite de Souza pelo convivente Vilmar Batista de Jesus também teve por motivação o ciúme, conforme denúncia do Ministério Público. Consta dos autos que o casal convivia há dois anos e que brigas e agressões eram constantes, motivo pelo qual Marta desejava a separação. Na noite de 21 de junho de 2007, após uma discussão séria, Vilmar de Jesus se apossou de um instrumento contundente e investiu contra Marta, causando-lhe os ferimentos e a conseqüente morte por traumatismo craniano. Ao sair de casa de manhã, o réu deixou a TV e ventiladores ligados e avisou aos vizinhos que a mulher estava dormindo. Estranhando o silêncio na casa, uma vizinha foi ao local e encontrou o corpo de Marta. O acusado fugiu de Cuiabá, sendo preso em Jaciara (144km a sul de Cuiabá), em 19 de janeiro de 2008.

 

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Acusado de matar a ex esposa, Polyanna, vai a júri popular,

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Marcello Oliveira Lopes, 25 anos, acusado de matar a facadas a ex-esposa Polyana Carolina da Silva Barbosa Lopes, 23 anos, em fevereiro de 2010, vai a júri popular no dia 19 de abril, provavelmente na Câmara Municipal, sob as ordens do juiz criminal Ronaldo Vasques.
Os 25 jurados foram sorteados ontem, 28 de março, dos quais sete serão responsáveis por acusar ou absolver o réu. Um promotor de Belo Horizonte será a acusação. Se condenado, Marcello – que está preso em Itabira desde o dia do crime – pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.
Ele é acusado de homicídio triplamente qualificado: dissimulação e meio que dificulta a defesa da vítima, vingança e meio cruel.
O acusado já esteve no Fórum Desembargador Drummond para a 1ª fase do julgamento – quando ocorre a decisão, se há ou não indícios para o acusado ir a júri. No caso de Marcello, por ter cometido um crime doloso contra a vida, ele foi pronunciado (quando, no caso de dúvida, vai a júri popular).
O crime
O assassinato que chocou Itabira aconteceu na manhã do dia 10 de fevereiro de 2010, quarta-feira. Polyanna Carolina da Silva Barbosa Lopes foi morta com 18 facadas: cinco no rosto, três no pescoço, três no peito, quatro nas costas, uma na nuca, uma no quadril e uma no antebraço. Devido à violência dos golpes, o cabo da faca se partiu, fazendo com que a lâmina ficasse presa no pescoço de Polyanna, cujo corpo foi encontrado em um matagal na rua Humberto Campos, no bairro Ribeira de Cima.

(Notícia retirada do Portal DeFato)

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