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Começa o julgamento do assassino de Maria Islaine

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Começou pouco antes das 10h desta sexta-feira no Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, no centro de Belo Horizonte, o julgamento popular do borracheiro Fábio William Soares, 32 anos, acusado de matar a tiros a ex-mulher Maria Islaine de Morais, 30 anos, em 29 de janeiro do ano passado. O crime aconteceu dentro do salão de beleza da vítima, que era cabeleireira, no bairro Guarani, região norte da capital mineira, e foi gravado pelas câmeras de segurança do estabelecimento.

 

Fabão, como é conhecido, é julgado por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, sem chance de defesa para a vítima e com emprego de meio cruel. Se condenado, ele pode pegar entre 12 e 30 anos de cadeia.

 

O advogado Ércio Quaresma Firpe, que defende o borracheiro, dá como certa a condenação, mas afirmou ao chegar no fórum que “a intenção é reduzir a pena para o mínimo legal, aliviando todos os agravantes do homicídio”.

 

A família de Maria Islaine chegou antes das 8h ao fórum, com camisas que estampavam a foto da cabeleireira e a palavra “Justiça”, além de faixas de protesto.

 

Segundo Cláudio de Morais, 39 anos, irmão da vítima, Maria Islaine já havia denunciado o ex-marido várias vezes, mas nada tinha sido feito. “No meu modo de ver, o Estado falhou. A Lei Maria da Penha não foi cumprida”, afirmou. Segundo ele, a família está mais aliviada com esse julgamento, para “que ele possa servir de base não só para a minha irmã, mas para todas as Marias do Brasil”.

 

A irmã do acusado, Luciana Maria Stella Soares, contou que espera um julgamento justo. “Que o juiz e os jurados não tentem mostrar só agora que a Lei Maria da Penha vale. Muitas mulheres já morreram depois dela e nada foi feito”, afirmou.

 

Ao longo do julgamento serão ouvidas dez testemunhas, sendo cinco de defesa e cinco de acusação. Outras oito testemunhas já foram ouvidas anteriormente. A previsão é a de que a decisão seja tomada pelos sete jurados do conselho de sentença no final da noite.

Notícia retirada do Portal Terra

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Homem que matou ex e colocou rato morto em sua boca é condenado a 14 anos, em MG

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O padeiro Leandro Mendes Pereira, de 27 anos, acusado de matar a ex-namorada em 2008, no Bairro Maria Goretti, Região Nodeste de Belo Horizonte, foi condenado na noite desta segunda-feira a 14 anos de prisão. Ele aguardava o julgamento preso, em Ribeirão das Neves.

A sentença foi proferida por volta das 20h30 pelo juiz Chirtian Gomes de Lima, no salão do I Tribunal do Júri do Fórim Lafayette. O magistrado considerou a decisão do júri e reconheceu a tese do promotor Edson Ribeiro Baeta de que Leandro cometeu os crimes de homicídio qualificado e vilipêndio (desrespeito) de cadáver.

De acordo com a acusação, Leandro estava inconformado com o término do namoro e asfixiou a vítima com as mãos, até que ela caísse no chão. Ao ver que a ex-namorada continuava viva, ele a enforcou com o sutiã. Após matá-la, tirou toda a roupa dela e colocou um rato morto na boca da namorada.

O juiz condenou o réu a 13 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado e ainda a um ano em regime aberto pelo crime de vilipendio. O magistrado ainda negou a Leandro o direito de recorrer da sentença em liberdade. Após a audiência, ele foi levado de volta ao Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte.

Notícia retirada do Portal Estado de Minas

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Homem que tentou matar namorada dentro de universidade em Belo Horizonte é condenado a 6 anos, mas vai recorrer em liberdade

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O autônomo Rodrigo Wenceslau Nassif Silva, 34 anos, foi condenado, em júri popular, nesta terça-feira (10), a seis anos e seis meses de prisão por tentativa de homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e com emprego de recurso que impossibilitou defesa da vítima. Ele tentou matar a ex-namorada Daniele Jequeline Ramos Nascimento, de 23 anos, no dia 7 de abril de 2008. O crime aconteceu dentro do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), no Bairro Buritis, na Região Oeste da capital.
O prazo legal de recurso da sentença proferida pelo juiz Glauco Eduardo Souza Fernandes é de cinco dias. Enquanto isso, Rodrigo fica em liberdade. O advogado Lúcio Adolfo disse que vai se reunir nesta quarta-feira (11) com seu cliente para decidir se irá recorrer. O Ministério Público informou que não vai entrar com recurso por entender que os jurados atenderam a todos os argumentos da acusação.
A sessão foi iniciada por volta das 8h30. Familiares do réu e da vítima acompanharam todo o julgamento. A primeira a ser ouvida foi Daniele Nascimento. Na sequência, as duas amigas que presenciaram o crime, Fabiana França Raposo e Juliana Nascimento Gonçalves, responderam as perguntas da promotoria e da defesa. Outras testemunhas foram dispensadas. O último a ser ouvido foi o réu, que chorou durante depoimento.
Daniele Nascimento contou, antes do julgamento, que estava confiante na Justiça. Ela revelou que desde que o ex-namorado começou a responder o processo em liberdade, em maio de 2009, ela largou o emprego, atrasou o curso da faculdade, afastou-se de amigos e teve que mudar de Estado, em função do medo de uma nova tentativa de assassinato. “Estou vivendo escondida. Me afastei de tudo”, enfatizou.

Uma das primeiras pessoas a chegar foi a mãe da vítima, a aposentada Maria do Carmo Ramos, 61 anos. Ela disse que devido o andamento do processo e adiamentos, estava com poucas esperanças de Justiça. “Minha filha ainda tem trauma e agora tem dificuldades de entrar em novos relacionamentos”, afirmou a mãe.
Durante o julgamento, Rodrigo entrou em contradição diversas vezes e confessou o crime por estar inconformado com o fim do relacionamento de dois anos e meio. Ele disse que atirou por ciúmes e não soube explicar sua intenção ao cometer o crime. O autônomo ainda afirmou que ficou muito enciumado quando descobriu que Daniele foi até o show Axé Brasil. “Fiz uma burrada na minha vida e na dela. Ninguém precisava ter passado por isso. Não tem como não estar arrependido”, afirmou o réu.
O julgamento estava marcado para acontecer em 10 de fevereiro deste ano, porém foi adiado a pedido da defesa do réu.
O crime
No dia 7 de abril de 2008, Rodrigo Wenceslau, inconformado com o fim do namoro, foi até a faculdade Uni-BH e disparou cinco vezes contra a jovem. Dois tiros acertaram a cabeça, um no tórax, um no braço e outro no pulso. Uma das balas ficou alojada no crânio da vítima. Rodrigo chegou a ser preso duas vezes e a tomar uma superdosagem de medicamentos numa tentativa de suicídio. Em maio de 2009 ele passou a responder em liberdade.

Notícia retirada do Portal Hoje Em Dia

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TJ-MG julga acusado de atirar 5 vezes contra ex-namorada dentro de universidade

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Começou a ser julgado nesta terça-feira, Rodrigo Wenceslau Nassif Silva, que atirou na ex-namorada Daniele Jequeline Ramos Nascimento, no Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH) no Bairro Buritis, na Região Oeste da capital. A sessão no 2º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette começou às 9h. O acusado será avaliado por um júri de sete pessoas, composto por seis homens e uma mulher.

A vítima foi a primeira a ser ouvida e confirmou a versão dada à Justiça durante a fase de instrução e julgamento do processo. Outras nove testemunhas devem ser ouvidas antes do réu. Daniele Jequeline pediu para que Rodrigo fosse retirado da sala de audiência enquanto ela prestava depoimento. Ela contou detalhes do crime e falou que foi surpreendida pela ação do ex-namorado dentro da faculdade.

No dia 7 de abril de 2008, Rodrigo Wenceslau, inconformado com o fim do namoro, foi até o Uni-BH e disparou cinco vezes contra a jovem. Três tiros acertaram Daniele, dois de raspão, no tórax e na cabeça. A outra bala ficou alojada no crânio. Rodrigo chegou a tomar uma superdosagem de medicamentos numa tentativa de suicídio. Depois de seis meses detido, o criminoso teve relaxamento de prisão concedido.

Segundo Daniele Jequeline, a vida dela mudou completamente depois do crime. Ela abandonou a faculdade e saiu de Belo Horizonte. A jovem terminou os estudados fora da cidade. Até hoje a jovem afirma conviver com o medo, pois o acusado está solto.

Notícia retirada do Portal Estado de Minas


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Homem que matou ex-esposa é julgado em Niterói

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O major da PM Breno Perroni Eleutério, de 40 anos, está sendo julgado no Forum de Niterói, nesta segunda-feira, pela acusação de ter matado a ex-mulher com 15 tiros, há três anos e quatro meses. Breno foi denunciado pelo Ministério Público e vai à júri popular pelo assassinato.

A bancária Érica de Almeida Marques, de 33 anos, prima do ator Eri Johnson, foi alvejada no rosto quando ia buscar o filho de um ano na casa do acusado, no Barreto, em Niterói. O casal estava separado há um ano e Érica já havia sido ameaçada, agredida e sequestrada pelo ex-companheiro, que não se conformava com o fim do relacionamento.

Notícia retirada do Portal O Dia Online

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Acusados de estuprar e matar jovem são absolvidos por unanimidade, em Belo Horizonte

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Os quatro acusados de estuprar e matar a estudante Laila Ribeiro, em 2002 foram absolvidos pela Justiça, por unanimidade, na tarde desta terça-feira (3). Eles já haviam sido inocentados no julgamento no II Tribunal do Júri da capital mineira, ocorrido em 2009. O Ministério Público afirmou que não irá recorrer da decisão.

Caso Laila Ribeiro
O crime ocorreu na madrugada do dia 23 de setembro de 2002, no bairro Coqueiros, região Noroeste de BH. Laila foi assassinada depois de sair de casa no bairro Água Branca, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para ajudar uma amiga, Hariadny Hidd da Fonseca, que seguia para a capital quando o combustível do carro acabou na Via Expressa.

Hariadny ligou para Laila pedindo-a que levasse gasolina, a estudante então saiu de bicicleta de casa para ajudar à amiga, mas nunca chegou ao seu destino. O corpo dela foi encontrado na Mata do Camargo. Os quatro homens acusados do crime trabalhavam em um posto de combustíveis, na Via Expressa, onde Laila teria comprado combustível.

Notícia retirada do Portal G1

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Homem que matou a ex namorada em 2008 vai a julgamento, em Minas Gerais

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O padeiro Leandro Mendes Pereira, 27 anos, acusado de asfixiar e matar a namorada R.B.C, será julgado na próxima segunda-feira (2), no I Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, no Centro de Belo Horizonte. Segundo a denúncia, o crime ocorreu em junho de 2008, no Bairro Maria Goretti, Região Nordeste da capital, porque o acusado não se conformava com o fim do relacionamento.
Ele teria asfixiado a vítima com as mãos e, depois que a mulher já estava no chão, ainda viva, o padeiro pegou o sutiã da ex-namorada e continuou a asfixiá-la até a morte. Depois, Leandro Mendes teria tirado a roupa da vítima e colocado um rato morto em sua boca.
Pela maneira que o crime foi cometido, o Ministério Público pediu para que o réu fosse julgado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e com emprego de asfixia e vilipêndio (desrespeito) a cadáver.
O julgamento de segunda-feira será presidido pelo juiz Christian Gomes Lima. A acusação será comandada pelo promotor Edson Ribeiro Baeta e a defesa pelo advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães.
Leandro Mendes está detido no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Se condenado, a pena pode ser de 12 a 30 anos de prisão.

Notícia retirada do Portal Hoje Em Dia

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