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Homem que tentou matar namorada dentro de universidade em Belo Horizonte é condenado a 6 anos, mas vai recorrer em liberdade

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O autônomo Rodrigo Wenceslau Nassif Silva, 34 anos, foi condenado, em júri popular, nesta terça-feira (10), a seis anos e seis meses de prisão por tentativa de homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e com emprego de recurso que impossibilitou defesa da vítima. Ele tentou matar a ex-namorada Daniele Jequeline Ramos Nascimento, de 23 anos, no dia 7 de abril de 2008. O crime aconteceu dentro do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), no Bairro Buritis, na Região Oeste da capital.
O prazo legal de recurso da sentença proferida pelo juiz Glauco Eduardo Souza Fernandes é de cinco dias. Enquanto isso, Rodrigo fica em liberdade. O advogado Lúcio Adolfo disse que vai se reunir nesta quarta-feira (11) com seu cliente para decidir se irá recorrer. O Ministério Público informou que não vai entrar com recurso por entender que os jurados atenderam a todos os argumentos da acusação.
A sessão foi iniciada por volta das 8h30. Familiares do réu e da vítima acompanharam todo o julgamento. A primeira a ser ouvida foi Daniele Nascimento. Na sequência, as duas amigas que presenciaram o crime, Fabiana França Raposo e Juliana Nascimento Gonçalves, responderam as perguntas da promotoria e da defesa. Outras testemunhas foram dispensadas. O último a ser ouvido foi o réu, que chorou durante depoimento.
Daniele Nascimento contou, antes do julgamento, que estava confiante na Justiça. Ela revelou que desde que o ex-namorado começou a responder o processo em liberdade, em maio de 2009, ela largou o emprego, atrasou o curso da faculdade, afastou-se de amigos e teve que mudar de Estado, em função do medo de uma nova tentativa de assassinato. “Estou vivendo escondida. Me afastei de tudo”, enfatizou.

Uma das primeiras pessoas a chegar foi a mãe da vítima, a aposentada Maria do Carmo Ramos, 61 anos. Ela disse que devido o andamento do processo e adiamentos, estava com poucas esperanças de Justiça. “Minha filha ainda tem trauma e agora tem dificuldades de entrar em novos relacionamentos”, afirmou a mãe.
Durante o julgamento, Rodrigo entrou em contradição diversas vezes e confessou o crime por estar inconformado com o fim do relacionamento de dois anos e meio. Ele disse que atirou por ciúmes e não soube explicar sua intenção ao cometer o crime. O autônomo ainda afirmou que ficou muito enciumado quando descobriu que Daniele foi até o show Axé Brasil. “Fiz uma burrada na minha vida e na dela. Ninguém precisava ter passado por isso. Não tem como não estar arrependido”, afirmou o réu.
O julgamento estava marcado para acontecer em 10 de fevereiro deste ano, porém foi adiado a pedido da defesa do réu.
O crime
No dia 7 de abril de 2008, Rodrigo Wenceslau, inconformado com o fim do namoro, foi até a faculdade Uni-BH e disparou cinco vezes contra a jovem. Dois tiros acertaram a cabeça, um no tórax, um no braço e outro no pulso. Uma das balas ficou alojada no crânio da vítima. Rodrigo chegou a ser preso duas vezes e a tomar uma superdosagem de medicamentos numa tentativa de suicídio. Em maio de 2009 ele passou a responder em liberdade.

Notícia retirada do Portal Hoje Em Dia

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Acusado de morte de garota de programa é condenado a 20 anos de prisão, mas vai recorrer em liberdade

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A Justiça de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, condenou, nesta sexta-feira (6), Leonardo Leite Cardoso a pena de 20 anos e seis meses de reclusão pela morte da garota de programa Claudinéia Rodrigues Mendes, assassinada a pedradas e tijoladas no dia 8 de maio de 2009. A defesa alegou que ele não tinha condições de entender o caráter criminoso do ato, com base em laudo psiquiátrico, mas os jurados mantiveram a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Segundo denúncia do MPE, Cardoso e os amigos Hugo Pereira da Silva e Fernando Pereira Verone, contrataram Claudinéia e outra garota do programa, mas desistiram do encontro e resolveram levar as mulheres para matagal, na região do Aeroporto Internacional de Campo Grande, e matá-las. A colega de Claudinéia conseguiu escapar e, com base no relato dela, os três foram identificados.

No início do ano, Silva foi absolvido, pois os jurados acataram a tese da defesa, de que o rapaz não participou das agressões contra Claudinéia. Verone foi condenado a 13 anos de prisão e recorre da sentença em liberdade. Ele alega que foi Cardoso quem matou a garota.

O promotor Douglas Oldegardo dos Santos alegou que Cardoso sabia o que estava fazendo e até se defendeu durante a fase de investigação, o que desqualifica a tese de semi-inimputabilidade feita pela defesa.

Cardoso irá recorrer da condenação em liberdade.

Notícia retirada do Portal MS

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STF nega último recurso de defesa de Pimenta Neves

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O STF (Supremo Tribunal Federal) negou o último recurso de defesa do jornalista Pimenta Neves contra a decisão da Tribunal de Justiça de São Paulo e do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que contestava a pena de 15 anos pelo assassinato da jornalista Sandra Gomide, em agosto de 2000.

A decisão do ministro Celso de Melo foi divulgada nesta terça-feira. O ministro negou o pedido de defesa porque os advogados não teriam baseado seus pedidos em argumentos jurídicos válidos ao questionar a decisão dada pelo STJ.

Pimenta Neves matou Sandra Gomide, colega de trabalho e ex-namorada, após desentendimentos conjugais.  Ele foi condenado a 19 anos e meio de prisão, conseguiu reduzir a pena para 15 anos, mas segue em liberdade.

Notícia retirada do Portal eBand

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