Arquivo da categoria: Mariana

19 de Julho de 2013

 Patrícia, 30 anos, foi assassinada a facadas pelo ex-marido.

Goianésia, GO

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 Raylane, 15 anos, desaparecida desde 2012, foi encontrada morta. Ela foi estuprada e assassinada por dois irmãos.

Palmas, TO

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 Mariana, 24 anos, foi encontrada morta e o principal suspeito é o namorado.

Nova Iguaçu, RJ

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05 de Fevereiro de 2013

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 Ana Clebia dos Santos Gomes, 40 anos, foi degolada pelo ex-companheiro.

Fortaleza, CE

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 Andreia Franchini de Melo Silva, 37 anos, foi assassinada pelo ex-marido com 30 facadas. No dia anterior ela havia registrado um B.O. contra o homem e solicitado proteção.

Marília, SP

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 Patrícia Fernandes Teixeira, 35 anos, foi assassinada pelo marido com um tiro, que se matou em seguida.

Santo André, SP

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 Mariana Farias Ferreira, 23 anos, foi estuprada, estrangulada e morta. Mariana estava grávida.

Porto Seguro, BA

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23 de Junho de 2011

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 Mariana Moreira Ramos, 25 anos, foi encontrada morta dentro de um carro com um tiro na cabeça. O suspeito é o ex-marido dela.

Terra Roxa, PR

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 Mara Lúcia de Brito, 29 anos, foi encontrada morta dentro de casa com sinais de estupro.

Severínia, SP

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 Roberta Marcília Ferreira Oliveira, de 19 anos, foi encontrada morta com sinais de estrangulamento. O suspeito é o ex-namorado dela.

Campo do Meio, MG
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 Francieli Aparecida Antunes, 28 anos, foi encontrada morta em sua casa. Ainda não sabe a causa, pode ser estrangulamento ou evenenamento. O companheiro da vítima, suspeito do crime, se enforcou em uma árvore.

Englert, RS

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Juíza considera feminicídio “um desatino de paixão” e liberta assassino confesso de Mariana, em Campo Grande

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— Foi um ato episódico, um desatino de paixão e que dificilmente ele (Luiz Carlos) vai encontrar outra mulher pela qual ele se apaixone dessa maneira. Não vi clamor público que motivasse a manutenção de sua prisão. Ele facilitou as investigações se entregando no dia seguinte e confessando o crime. Também não vi, nos autos, qualquer ameaça a outras pessoas envolvidas no processo, como familiares da vítima — disse a magistrada.

(…)

— A juíza citou os direitos fundamentais do réu para soltá-lo. E onde ficam os direitos fundamentais da família da vítima? Cadê o exemplo para outros homens que, em nome dessas paixões, cometem atos violentos contra mulheres? Passar a mão na cabeça de um agressor pode estimular outros. As pessoas que estão julgando também deveriam se colocar no lugar da vítima — disse Maria da Penha, que emprestou o nome à lei federal que pune agressões domésticas contra mulheres.

Para Rogéria Peixinho, da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), a “juíza é despreparada para o cargo”:

— Por mais que cause surpresa e indignação, esse tipo de decisão equivocada é bastante comum entre os operadores do direito. A juíza pensou nos direitos do réu sem lembrar dos direitos da família da vítima. Enquanto o amor platônico servir de justificativa, mais mulheres continuarão sendo assassinadas. Matar por amor não é justificativa. Quem ama, não mata.

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Juíza solta assassino de Mariana, jovem degolada dentro de uma escola em Campo Grande

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A juíza Elizabeth Louro, do 4º Tribunal do Júri da Capital, negou o pedido de prisão preventiva do vigia Luiz Carlos Oliveira, de 50 anos, que confessou ter assassinado a universitária Mariana Gonçalves de Souza, de 21, dentro da escola da família da vítima, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, no dia 7 de março. Luiz Carlos estava preso temporariamente por 30 dias desde 8 de março, quando se apresentou na 33ª DP (Realengo) e confessou o crime.

Com a decisão, tomada no último dia 7 de abril, o prazo da prisão temporária expirou, e Luiz Carlos foi colocado em liberdade.

Em seu despacho, a magistrada alegou que “o denunciado teve a iniciativa espontânea de comparecer à DP no dia seguinte aos fatos, para prestar declarações, onde, aliás, confessou a conduta”. Ainda segundo a juíza, Luiz Carlos “forneceu o endereço de sua irmã como o local onde poderá ser encontrado, circunstâncias que surgem de molde a afastar o pressuposto atinente com a garantia da futura aplicação da lei penal”.

A magistrada explicou que “a gravidade do delito não é elemento caracterizador, por si só, da necessidade da prisão cautelar”.

Por fim, a magistrada escreveu que “o fato, em si, isoladamente, sequer pode fazer supor que o agente vá voltar a delinquir, dado o caráter absolutamente pessoal e emocionalmente dirigido da conduta. Não bastasse isso, o choque causado à comunidade e o clamor social invocado pelo promotor de Justiça não se me afigura efetivamente presente, até porque clamor público não se confunde com repercussão midiática”.

Notícia retirada do Portal Extra

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07 de Abril de 2011

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Luiza, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Larissa, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Karine, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Samira, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Mariana, 12 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Ana, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Bianca, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Géssica foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Laryssa, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Milena, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Também dois meninos foram assassinados: Rafael Pereira da Silva, 14 anos, e Igor Moraes da Silva, 13 anos.

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Homem que matou jovem diz que o fez “por amor”

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O pedreiro Luiz Carlos Oliveira, de 51, confessou, ao ser apresentado pela polícia, na manhã desta quarta-feira, o assassinato da estudante Mariana Gonçalves de Souza, de 21 anos. Ele disse que cometeu o crime por amor e afirmou ter tido um relacionamento com a jovem, a quem ajudava financeiramente, segundo o assassino. De acordo com a polícia, no entanto, as afirmações do pedreiro não são verdadeiras. Segundo os depoimentos colhidos pela Divisão de Homicídios, o pedreiro nunca teve qualquer relacionamento com Mariana e ele não dava dinheiro a jovem.

– Eu me entreguei porque se eu fiz, tenho que assumir. Aconteceu que eu gostava dela, só queria conversar – justifica o pedreiro.

Luiz Carlos disse, ainda, que costumava ajudar a jovem dando dinheiro quando ela precisava.

– A escola é muito pobre, eu ajudava ela, dava uns trocados. Ela chegava todo dia, me abraçava, beijava… Fomos para o banheiro uma vez… Ela me pediu R$ 200 e eu dei. O que ela me pedia, eu dava. O namorado dela não vale nada – diz.

O pedreiro se entregou nesta terça-feira, na delegacia de Realengo, onde confessou ter matado a jovem com um caco de vidro dentro do Centro Educacional Gonçalves Dorneles, em Campo Grande, na segunda-feira. O assassino trabalhava como pedreiro na escola, que pertence à família da vítima.

O corpo de Mariana foi enterrado, na manhã desta quarta-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência. Cerca de 250 pessoas compareceram ao sepultamento.

Mariana foi encontrada morta pela mãe, dentro da cozinha do Centro Educacional Gonçalves Dornelles, estabelecimento da família da moça. Mariana trabalhava no local e fora até a escola por volta das 11h30m de segunda-feira para receber o pai de um aluno, que desejava pagar mensalidades atrasadas. Preocupada com a demora da filha, que também não atendia o celular, a mãe foi ao colégio e localizou a moça morta na cozinha. O corpo apresentava marcas na cabeça e cortes no pescoço.

Amigos e parentes de Mariana disseram que a jovem era meiga e alegre. O namorado, Rafael Aragão, contou que ela vinha sendo assediada pelo vigia, mas tinha medo e vergonha de falar no assunto.

– Ela demorou a me contar porque tinha medo que eu fosse tomar satisfações e ele reagisse – contou Rafael, que namorava Mariana há quatro anos.

Formada em Radiologia, Mariana havia começado a faculdade de Contabilidade há uma semana, para ajudar no trabalho da escola. Vizinhos do centro educacional definem Luiz como um homem misterioso. Morador do condomínio ao lado do colégio há dez anos, ele não tinha amigos e não conversava com ninguém.

Notícia retirada do Portal O Globo

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