Jogador da Portuguesa é suspeito de ter matado a namorada

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Suspeito de participar do assassinato da própria namorada, o jogador Rafael Silva, 20 anos, deverá voltar a treinar com o time da Portuguesa em 10 dias.

Reação do jogador após a morte de namorada

A estimativa para o retorno do atacante aos gramados foi divulgada nesta quarta-feira (10) pelo vice-presidente jurídico do clube, Giuseppe Cláudio Fagotti, advogado que também defende Silva na investigação policial.

O atleta é suspeito pela morte de Flávia Anay de Lima, 16, que caiu do 15º andar do edifício em que o casal morava, no último dia 31 de julho, em São Paulo. A Polícia Civil investiga se ocorreu suicídio ou se o jogador teria empurrado a adolescente após uma discussão.

Hoje, o jogador está recluso em um sítio no interior, afastado por orientação médica. Além de ter sofrido um descolamento na retina, lesão anterior ao caso policial, ele está “traumatizado” e com recomendação de descansar para se recompor emocionalmente.

“Em 10 dias, ele está de volta. A alta do olho e a alta dos psicólogos devem coincidir”, afirmou o advogado.

A investigação do caso está nas mãos da delegada Elisabeth Sato, titular da 5ª Seccional de Polícia, responsável pela zona leste da cidade.

Amanhã, segundo ela, serão ouvidos os vizinhos do prédio, que poderão relatar o que viram e ouviram no dia da morte da jovem. Na sexta-feira (12), a avó de Flávia deverá prestar depoimento.

Jogador nega participação no crime

O jogador nega ter responsabilidade na morte da namorada e diz que Flávia pulou da varanda do apartamento –mas os pais da jovem não acreditam na hipótese de suicídio. À polícia, Rafael Silva afirmou que, durante a briga, a namorada atirou uma caixa de som em sua cabeça, o que provocou sangramento na região da nuca.

Após assistir a imagens da câmera de segurança do elevador, gravadas logo depois da morte de Flávia, a família solicitou que fosse feita uma nova perícia no local. Nas imagens, que mostram o jogador aparentemente desesperado, Rafael bate com a cabeça diversas vezes contra a parede do elevador, mas o sangue não aparece no vídeo.

A intenção da família era verificar a explicação dada pelo jogador sobre o sangue encontrado no apartamento. Na perícia, a polícia detectou sangue com ajuda de luminol –produto químico que reage ao entrar em contato com células humanas. Agora, a delegada Elisabete Sato aguarda a análise do material encontrado –o que pode demorar até 30 dias– para saber de quem é o sangue encontrado no elevador.

Relação conturbada

Rafael e Flávia se conheceram na Praia Grande (Baixada Santista) há cerca de três anos e viviam juntos desde o final de 2010. A família da jovem afirmou que era contra a união dos dois, mas a garota fugiu de casa, no litoral, para viver com o atleta na capital paulista. Segundo familiares de Flávia, as brigas entre o casal eram constantes.

Segundo o advogado Ademar Gomes, a jovem chegou a morar um tempo com o avô, em São Paulo, antes de dividir o apartamento com Rafael. Gomes afirmou que o avô de Flávia confirmou os relatos de outros parentes e disse que o jogador bebia muito e agredia frequentemente sua neta.

Notícia retirada do Portal Uol

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