Grávida é estuprada e assaltada em Campina Grande

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Um crime de violência contra a mulher foi registrado na noite do último domingo em Campina Grande. Uma estudante de 20 anos, que está grávida de três meses, foi assaltada e estuprada por um mototaxista clandestino. O crime ocorreu instantes depois que a vítima havia deixado o ensaio de uma quadrilha junina no bairro das Malvinas. Além de violentar sexualmente a jovem, o bandido ainda roubou R$ 30 em dinheiro e o celular da vítima que foi socorrida por moradores da área.

Segundo relato da vítima, o crime ocorreu por volta das 22h. Ela participava do ensaio da quadrilha junina e após sair do local pegou uma corrida com um mototaxista clandestino até o bairro de Santa Terezinha, onde ela reside, como costumava fazer todos os domingos.

Ao sair do galpão, ela encontrou o mototaxista que aguardava uma outra componente da quadrilha junina, porém ele se ofereceu para pegar a corrida.

Saindo do bairro das Malvinas, o mototaxista, que era moreno e tinha aproximadamente 30 anosde idade, seguiu pela Avenida Floriano Peixoto. Nas proximidades do novo Hospital de Traumas Dom Luiz Gonzaga Fernandes o bandido parou a moto e armado com uma faca arrastou a vítima para um matagal e manteve relações sexuais com vítima de forma forçada. Além de cometer o abuso sexual, o mototaxista clandestino ainda roubou o telefone celular e ainda R$ 30 em dinheiro que a jovem portava.

Depois do crime, o autor da ação fugiu em sua motocicleta modelo Honda CG, de cor azul, através da Alça Sudoeste e a jovem foi abandonada na rua.

Caminhando no meio da rua, chorando e muito nervosa, ela foi socorrida por alguns amigos que ao saber do ocorrido, acionaram a Polícia Militar. “Ele chegou dizendo que vinha pegar uma outra integrante da quadrilha, mas como não achou resolveu a vítima resolveu ir com ele pra casa. Todo domingo ela fazia isso, voltava pra casa de mototáxi, ninguém nunca ia imaginar que uma coisa dessas poderia acontecer. Ela chegou aqui muito nervosa, suja e chorando. Rapidamente chamamos a polícia,mas ninguém foi preso”, comentou um dos colegas da vítima, que pediu para não ser identificado.

Outros crimes

Nas proximidades do local onde o abuso aconteceu, os moradores reclamam da alta frequência deste tipo de ação. A dona de casa Aparecida Santos de Oliveira, de 37 anos, vive em uma casa em frente ao novo hospital. Segundo ela, os crimes de abusos sexuais tem acontecido quase que semanalmente na região. “Este mesmo bandido já fez várias outras vítimas aqui neste mesmo local. Sinceramente, a polícia não prende por que não quer. Esse bandido age sempre da mesma forma, trazendo as meninas de moto para o local”, comentou.


Notícia retirada do Portal Jornal O Norte

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