Polícia acredita que homem morto junto com esposa em acidente de carro pode ter atirado nela antes, em BH

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A morte de um policial militar, de 45 anos, e da companheira dele, de 32 anos, na madrugada deste domingo (1º), levanta a hipótese de crime passional, de acordo com o subcomandante da 126ª Companhia do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente Claydson Eustáquio da Silva. As vítimas foram encontradas dentro de um carro batido do Anel Rodoviário de Belo Horizonte, na Região Oeste da capital.

Quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, a mulher já estava morta e tinha uma perfuração a bala no peito, e o policial chegou a receber atendimento, segundo o tenente. “A companheira foi encontrada com um tiro no peito, e uma arma, de uso de particular dele com documentação regular, foi encontrada debaixo do banco do motorista, com quatro cartuchos intactos e dois deflagrados. O que levanta a suspeita de que ele tenha disparo contra ela”, disse Claydson Eustáquio da Silva. O policial que morreu era cabo da 126ª Companhia, estava de folga e dirigia o veículo.

A suspeita, segundo a Polícia Militar, é que, após balear a mulher, ele tenha provocado o acidente ou perdido o controle da direção, vindo a bater contra a mureta e rodar na pista. Neste momento, outro veículo que passava pelo local, acabou atingindo o carro do policial. O motorista não se feriu.

O caso vai ser investigado pela Polícia Civil. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, uma irmã do cabo disse ter recebido uma ligação telefônica dele durante a madrugada, em que teria mencionado ter feito uma besteira. Ainda segundo declaração dessa mesma irmã à polícia, o cabo teria deixado documentos e o cartão bancário com senha na caixa de correio da casa dela.

A arma foi apreendida para perícia e o veículo foi removido para o pátio do batalhão da Polícia Militar. Os corpos estão no Instituto Médico Legal de Belo Horizonte.

Notícia retirada do Portal G1

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1 comentário

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Uma resposta para “Polícia acredita que homem morto junto com esposa em acidente de carro pode ter atirado nela antes, em BH

  1. Ana Liési Thurler

    Até quando vamos ler/ouvir que crime de machismo, de poder são “crimes passionais”? E, ainda depois, ter que ouvir o assassino classificar o feminicídio como uma simples “besteira”? Mulheres são exterminadas neste país.

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