07 de Abril de 2011

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Luiza, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Larissa, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Karine, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Samira, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Mariana, 12 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Ana, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Bianca, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Géssica foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

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Laryssa, 13 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

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Milena, 14 anos, foi assassinada no feminicídio da escola Municipal Tasso da Silveira.

Realengo, RJ

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Também dois meninos foram assassinados: Rafael Pereira da Silva, 14 anos, e Igor Moraes da Silva, 13 anos.

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6 Comentários

Arquivado em Ana, Bianca, Géssica, Karine, Larissa, Laryssa, Luiza, Mariana, Milena, Samira

6 Respostas para “07 de Abril de 2011

  1. Ana Carolina

    Estão certas. AS coisas devem ser chamadas pelos nomes que elas tem. O massacre foi um feminicídio (onde infelizmente dois meninos também morreram). As meninas foram mortas pelo simples fato de serem do sexo feminino. Isso torna a tragédia já tão horrível ainda pior.

  2. Kakazinha

    Eu concordo que esse assassino preferiu meninas, foram a maioria. Maioria, não totalidade. Mas acho triste nem mencionar na notícia os nomes dos meninos mortos. E teve vários outros – meninas e meninos – feridos.

    Por favor, gente. São todos pessoas, jovens… crianças. Tenho certeza de que as famílias – inclusive as mães – desses meninos, também estão tão tristes, desemparados e revoltados com a morte prematura dessas crianças. Dessas pessoas.

    Triste, muito triste, excluir esses meninos mortos dessa lista que foi publicada aqui nesse blog. Nem ao menos uma menção. Isso também é uma forma de preconceito, gente. Fiquei decepcionada. Acredito no conceito do feminismo, nas idéias e na boa-vontade. Mas pra tudo tem que haver bom-senso…

    Qualquer exclusão ou briga por diferenças é lamentável. Não era isso que faziam (e fazem) conosco, mulheres? Nos excluir? Por favor… não façam igual. Nós mulheres não precisamos cometer os mesmos erros. Temos que ser melhores que isso.

    Em uma tragédia como essa é preciso união. Não mais separação… foi a separação, as diferenças, que começaram isso.

  3. Kakazinha

    Desculpa, gente… me expressei mal. O problema não são as diferenças e sim a intolerância a elas. Diferenças são boas, são saudáveis. O mundo não teria graça sem elas, se todos fôssemos iguais…

    • Kakazinha,
      Como o objetivo do blog é divulgar os nome das mulheres assassinadas pela violência machista, o nome dos meninos não foram mencionados. Mas você está correta, é uma situação extraordinária, e fique certa que lamentamos igualente a morte das deles. Não é uma questão de valorar quais vidas valiam mais, apenas de focar no que é o feminícidio e nas suas consequências. Costumamos ser ferrenhas quanto a isso, já que são pouquíssimos os ambientes em que o feminicídio é tratado como deveria ser: um crime de ódio.

      Mas acatamos a sua sugestão e incluimos os nomes deles também.

      • Kakazinha

        Agradeço muitíssimo por ter colocado os nomes dos meninos. Desculpe, eu não freqüento o blog, apenas vi num retuite, então não estou familiarizada com o objetivo de vocês. É que fico triste com a separação que estão fazendo entre as pessoas ultimamente – e também nesse caso. Separação de sexo, de crenças. Isso me deixa muito chateada. Como eu disse, a intolerância às diferenças causa essas tragédias.

        Gosto muito da causa feminista. Já sofri muito preconceito também – principalmente profissionalmente – apenas por ser mulher. Faço o que posso pessoalmente para me proteger e enfrentar isso. Mas acho que a união é que nos levará a superar essas dificuldades. Pode parecer demagogia barata, mas sinceramente, tô falando de coração.

        Sempre me revoltei quando alguém rebaixava uma mulher. Principalmente por ser uma, claro. Mas também fico triste quando rebaixam uma pessoa – mulher, homem, branco, negro, pobre, rico – por qualquer diferença que a pessoa tenha. Nós temos que lutar para sermos tratadas como iguais – igualmente capacitadas e respeitadas. Mas não somos superiores aos homens. Somos todos seres humanos, pessoas com sentimentos, vontades, sonhos, capacidades, inteligência, histórias de vida.

        Ultimamente a gente só tem ouvido histórias tristes, que começam com segregação. O que sempre existiu na verdade… mas agora tá sendo mais divulgado. Estou horrorizada com as coisas que tenho lido por aí… decepcionada. Às vezes a gente fica triste e até perde a esperança nas pessoas… Mas fazer o quê? Também somos pessoas e temos que acreditar. Senão, a gente não vive mais.

        Obrigada mesmo por ter atendido meu pedido. Obrigada de coração.

  4. Kakazinha

    Desculpe, você colocou os nomes dos meninos agora, ou eu não vi antes?

    Se eu não vi antes quando comentei, peço desculpas. Na menção do tweet não estava os nomes dos meninos, então acho que me confundi.

    Por favor, mencione o nome dos meninos também no tweet.

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