Violência contra a mulher foi a segunda mais recorrente no carnaval de Salvador

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O Observatório da Discriminação Racial, da Violência Contra a Mulher e a Comunidade LGBT, promovido pela Secretaria Municipal da Reparação (Semur), registrou 254 casos até o final da tarde da última terça-feira, 08 de março, último dia oficial do Carnaval.

A maior parte deles, 149, foi de racismo. As denúncias de agressão a mulher vem em seguida, com 63 registros. Contra grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) foram 42 casos.

As unidades do Observatório foram instaladas em quatro pontos da cidade, na Ladeira de São Bento, Estação da Lapa, Campo Grande e Ondina. A equipe de observadores montada pela Semur atendeu em parceria com a Defensoria Pública, Ministério Público e Delegacia Especial de Defesa à Mulher (Deam).

Quem ainda quiser relatar casos no Observatório, pode se dirigir ao posto fixo, na Estação da Lapa.

Iniciado em 2006, o Observatório da Discriminação Racial registrou no ano passado 907 ocorrências entre denúncias e observações, derrubando assim a falsa ideia de democratização racial da festa.

Notícia retirada do Portal Salvador Diário

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