Entrevista com o marido de Maria da Penha, a mulher que deu nome à lei que combate a violência contra a mulher no País.

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“A Maria da Penha me transformou em um monstro”, é o que acredita o colombiano Marco Antonio HerediaViveros, condenado por tentativa de assassinar a esposa em um assalto simulado, crime que resultou em Lei.

Interessante que Heredia tem todo um cenário criado para justificar cada uma das acusações: de Maria da Penha, das empregadas, das filhas, de outras ex-companheiras (explica que um boletim de ocorrência que sua então esposa prestou contra ele na verdade foi uma discussão boba, quando a mulher puxava o celular de um lado e ele do outro e, quando ele soltou, o aparelho atingiu o rosto dela). À incessante tentativa de se transformar em vítima e viés espetacular que tem suas versões, a responsável pela matéria, Solange Azevedo, fez uma análise precisa: “Como se tivesse encarnado uma espécie de Joseph K., o personagem de ‘O Processo’, a obra-prima de Kafka, Heredia afirma ter sido jogado na prisão por um crime que não cometeu. (…) Na trama descrita pelo colombiano, Maria da Penha é a vilã. Ela teria ludibriado a polícia, o Ministério Público, os tribunais brasileiros, organizações de direitos humanos nacionais e estrangeiras, os meios de comunicação e convencido testemunhas a mentir.”

A reportagem e os vídeos se encontram nesse endereço.

 

1 comentário

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Uma resposta para “Entrevista com o marido de Maria da Penha, a mulher que deu nome à lei que combate a violência contra a mulher no País.

  1. Andreza Monteiro

    Heredia tem razão, a Maria da Penha fez tudo isso contra ele, em cima de uma cadeira de rodas… ela não só é uma vilã, como ela é uma SUPER-VILÃ, pois nem mesmo o Superman (Christopher Reeve) conseguiu façanha igual… e ele era Homem!!!!!
    Heredia não foge a regra de homens que batem em mulheres…pois são muito valentes dentro de casa, contra uma vítima que não pode se defender, mas quando são descobertos por autoridades públicas ou pela opnião pública vestem a roupa de “anjinhos”, de “vítimas”, querendo fazer acreditar que quem levou uma facada, ou um tiro, fez tudo sozinho: auto mutilação e manipulação de testemunhas e outras provas… UFA!
    As Delegacias de Mulheres e as penitenciárias, por todo país, estão cheias destes “anjinhos”, destas “pobres vítimas” indefesas de SUPER-VILÃS como a Maria da Penha….
    … ainda bem que a polícia civil, polícia militar e o Judiciário Brasileiro não vem acreditando muito em Gibs e historinhas em quadrinhos, recentemente….
    Tomara que continue assim.

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