Arquivo da categoria: Pâmela

18 de Agosto de 2013

 Érica, 20 anos, foi encontrada morta com indícios de violência sexual. O padrasto é o suspeito do crime.

Jucati, PE

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 Daniela, 20 anos, foi assassinada com sete facadas pelo marido.

Vassouras, MG

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 Grinalra, 51 anos, foi assassinada a facadas pelo marido.

Viçosa, AL

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 Pâmela, 16 anos, foi assassinada a facadas pelo ex. A jovem estava grávida de 8 meses.

Assis, SP

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07 de Julho de 2013

 Aleuza foi espancada até a morte pelo filho.

Salto de Pirapora, SP

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 Pâmela, 22 anos, foi morta por estrangulamento pelo ex-companheiro.

Nova Friburgo, RJ

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 Zélia, 42 anos, foi assassinada a facadas pelo marido.

Ipueiras, CE

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3 de Novembro de 2011

 Josefa de Jesus Santana, de 84 anos, foi estuprada e assassinada.

Serrinha, BA

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 Pâmela Paola Virgínio dos Santos, de 22 anos, foi morta com uma facada no peito pelo namorado.

Sarandi, PR

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Namorado é condenado a 9 anos de cadeia pelo assassinato de Pâmela, no Rio Grande do Sul

Amparada sobretudo no testemunho ocular da irmã da vítima, a acusação viu concretizada, nessa sexta-feira, a condenação de um jovem santa-cruzense pelo assassinato da namorada. Roberto Carlos dos Santos, o Brou, 21 anos, foi reconhecido como autor do crime pelos jurados e sentenciado a nove anos de reclusão em regime inicial fechado. Como ele já estava preso desde a semana do crime, em fevereiro do ano passado, o juiz Gerson Luiz Petry determinou que ele permaneça no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul mesmo no caso de a defesa encaminhar recurso.
Na tarde de 22 de fevereiro do ano passado, no Bairro Bom Jesus, Pâmela Machado, 20 anos, foi alvejada na cabeça no Cachorrão do Roni, na Avenida Gaspar Bartholomay. Funcionária do estabelecimento, a jovem lavava a louça quando foi baleada por Roberto, que invadiu o local, onde também estava a irmã de Pâmela. Segundo familiares, Brou frequentemente agredia a companheira, mas ela nunca registrou os casos. As brigas eram motivadas pelas cobranças para que ele arrumasse emprego, e também pelas desconfianças dele, movido por ciúme. O rapaz acreditava estar sendo traído.
Santos foi representado pelo defensor público Fernando Rückert Scheffel. A defesa alegou a tese de negativa de autoria, que não foi acolhida pelos jurados. Assim como o fez em toda a fase de investigação, quando não prestou depoimento à polícia, Brou preferiu se manter calado, mesmo em juízo. “Nunca se soube a versão dele para os fatos”, aponta o promotor Júlio César Medina, que atuou na acusação.
Pelo homicídio simples, Santos foi sentenciado a oito anos e meio de reclusão. Como era menor de 21 anos na época do crime, teve reduzida a pena em seis meses, mas o juiz também considerou o crime praticado contra mulher, com base nas prerrogativas da Lei Maria da Penha, majorando assim em um ano e totalizando os nove finais.

Notícia retirada do Portal GAZ

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Acusados dos assassinatos de Pâmela Machado e Margareth Lawisch, no Rio Grande do Sul, vão a júri

Um relacionamento marcado por brigas, separações e reconciliações, até terminar em morte. O Fórum de Santa Cruz do Sul recebe na manhã de hoje o julgamento de um homicídio motivado supostamente por ciúme, registrado na tarde de 22 de fevereiro do ano passado, no Bairro Bom Jesus. Pâmela Machado, 20 anos, foi alvejada na cabeça no Cachorrão do Roni, na Avenida Gaspar Bartholomay, pelo namorado, Roberto Carlos dos Santos, o Brou.

Funcionária do estabelecimento, a jovem lavava a louça quando foi baleada pelo namorado, que chegou de moto e invadiu o local. Segundo familiares, Brou frequentemente agredia a companheira, mas ela nunca registrou os casos na polícia. De acordo com a família, as brigas eram motivadas pelas cobranças de Pâmela para que Roberto arrumasse emprego, e também pelas desconfianças dele, movido por ciúme.

Santos acreditava estar sendo traído. O casal teve dois filhos, atualmente com três e dois anos. Também funcionária do cachorrão, a irmã de Pâmela, Priscila Mitereski, presenciou o crime. Ela relatou que o acusado entrou no local perguntando pela vítima, de revólver em punho. Priscila então segurou a mão onde estava a arma do acusado, que teria apertado o gatilho três vezes, para cima. A arma falhou e ele virou de costas, como se fosse embora. Mas, em seguida, se voltou novamente em direção de Pâmela e atirou.

A sessão está marcada para iniciar às 9 horas e será presidida pelo juiz Gerson Luiz Petry. Santos será representado pelo defensor público Fernando Rückert Scheffel. A acusação será do promotor Júlio César Medina.

MARGARETE
No dia 29 deste mês o Fórum recebe outro júri relacionado com um crime passional. Luciano Pereira da Luz, acusado pelo assassinato da assistente social santa-cruzense Margarete Inês Lawisch, em abril de 2009, será submetido a julgamento por homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe (vingança), dissimulação e asfixia. Além disso, também é acusado pela ocultação de cadáver. Para o primeiro, se condenado, a pena pode variar entre 12 e 30 anos de detenção. Porém, o período ainda aumenta no caso de os jurados considerarem todas as qualificadoras, já que apenas uma é reconhecida, sendo as demais atreladas como agravantes.
O Ministério Público também deve pedir majoração pela Lei Maria da Penha, que aumenta a pena quando há violência contra a mulher. Pelo crime de ocultação de cadáver, a sentença varia de um a três anos de reclusão e multa. O juiz determinou ainda que Luciano continue detido até o dia do julgamento. Ele está recolhido no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul. Margarete, então com 28 anos, foi assassinada a pauladas. O corpo só foi encontrado em 18 de abril, dois dias após Luciano, ex-companheiro da vítima, ter a prisão decretada.

Notícia retirada do Portal GAZ

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